quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Em Figueira da Foz (Portugal)...

Enquanto Dom João VI estava no Brasil, universitários expulsaram as forças de Napoleão de Coimbra e depois tomaram o forte de Santa Catarina (foto) em Figueira da Foz.

Santuário de Fátima (Portugal)

Porto Novo (Vimeiro): as tropas de Wellington (general inglês que derrotou Napoleão em Portugal) desembarcaram aqui em 1809

Vimeiro (Portugal): especialista nos detalha a guerra peninsular

Óbidos (Portugal): uma cidade dentro de um castelo

A muralha


Experimentando uma tradição. A ginja é um licor servido no copinho de chocolate.


Azeitona direto do pé... azeda!

Torres Vedras (Portugal): muito trabalho

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Castelo da Pena em Sintra


Castelo dos Mouros em Sintra. Sinistro!!


Ufa!

Caros, nosso projeto está exigindo mais do que imaginávamos. O turismo está ficando um pouco corrido. Tenho muito a escrever sobre Sintra. Mas, hoje colocarei apenas as fotos. Os posts ainda são de Portugal e já estamos na Espanha. Prometo voltar para contar nossas impressões sobre todos esses lugares. Obrigada por quem fez comentários e quem mandou e-mail. Continuem enviando dicas. Beijos e abraços.


Monumento aos Descobrimentos

O Monumento aos Descobrimentos também está em Belém. Foi erguido para celebrar os 500 anos da morte de Henrique, o Navegador. Naquela fila de ilustres... vários descobridores. Entre eles, Pedro Álvares Cabral. Melhor mesmo é o restaurante que está bem em frente. Foi um dos chocolates quentes mais gostosos que já tomei. Ah! Ante disso, experimentamos o vinho verde de Portugal. Muito refrescante. Uma delícia.


Mosteiro dos Jerónimos

Perto da Torre de Belém impossível não admirar a suntuosidade do Mosteiro dos Jerónimos. É um monumento à riqueza da era dos descobrimentos e considerado o ápice da arquitetura manuelina. Foi encomendada, de novo por Manuel I, em 1501, logo após o retorno de Vasco da Gama das Índias. A construção foi financiada na maior parte com os lucros do comércio das especiarias, pedras preciosas e ouro. O mosteiro foi confiado à Ordem dos Jerónimos até 1834, quando todas as ordens religiosas foram dissolvidas. Neste dia, o presidente da China, Hu Jintao, estava em visita ao presidente de Portugal, Aníbal Silva. Para nossa infelicidade, fecharam parte do mosteiro para que os chefes de Estado pudessem visitá-lo.


Torre de Belém

Assim como a maior parte dos monumentos de Lisboa, a Torre de Belém foi encomendada por Manuel I. Foi erguida para ser uma fortaleza no meio do Tejo em 1515. Era ponto de partida dos navegadores. A família real (D. João VI e cia) saiu próximo dali rumo ao Brasil. Não é tão grande assim. No terraço, em frente ao mar, tem a estátua de Nossa Senhora do Bom Retorno. Na decoração vale observar a cruz da Ordem de Cristo, mesmo emblema presente nas velas das embarcações. A parte sob o terraço já abrigou uma prisão. O que mais gostamos mesmo foi a vista. O entardecer estava um espetáculo!!!



Almoço em Alfama


Os guias dizem que Alfama é um bairro agitado a qualquer hora do dia e da noite, mas não é bem assim. O quente do movimento é no Chiado. Alfama tem restaurantes mais intimistas, bom para um almoço romântico. É uma das regiões mais antigas de Lisboa. Na idade média os moradores ricos saíram do bairro, com medo dos terremotos. Ficaram apenas os pescadores e os mais pobres. Ironicamente, Alfama não foi atingida pelo terremoto de 1755. É um bairro de ruas estreiras onde pequenas casas foram transformadas em restaurantes. Nós comemos bacalhau (para variar) e sardinhas. Humm! E, claro, azeitonas. Eu que não admiriva tanto assim o aperetivo, hoje é a primeira coisa que peço nos restaurantes.

Armas e deuses

Como Portugal chegou a ter um império que se estendeu por todos os continentes, o Museu Militar reúne além de armamentos de seu exército, armas exóticas chinesas, indianas, japonesas, turcas e africanas.
Nota: 9 (Mateus) + 9 (Paola) = 9
Na visão dele: Tem coleção completa dos armamentos e instrumentos militares usados por Portugal nas guerras e campanhas das quais o país participou. Muitas delas ambientadas, o que aguça a imaginação.
Na visão dela: Eu apreciei (e me empolguei) com a relação que os pintores fizeram entre a mitologia e a guerra. Quando voltar ao Brasil lerei Camões com outros olhos. Pena não ser permitido fazer foto das pinturas. Os guias de turismo não indicam o passeio. Na minha opinião vale a pena conferir.

São Vicente de Fora

São Vicente foi reconhecido como padroeiro de Lisboa em 1173, ano em que as relíquias do religioso chegaram à igreja que havia na cidade. A atual igreja foi concluída em 1627. O antigo refeitório transformado no Panteão dos Braganças. Túmulos de reis e rainhas estão aqui. Depois de conhecer o interior, vale subir 163 degraus para conhecer torre. A vista lá de lá é um espetáculo.



Ônibus com ar condicionado e internet grátis os lisboetas têm


Convento, igreja, azulejo...

A produção de azulejos decorativos é herança dos mouros. A partir do século 16, Portugal passou a produzir seus próprios azulejos. Os exemplares em azul e branco são os mais comuns. No Museu Nacional do Azulejo funciona no Convento da Madre de Deus, fundado em 1509. No interior da igreja destaca-se a decoração barroca acrescido por João V. Também é interessante conferir o panorama feito no século 18 que mostra como era Lisboa antes do terremoto de 1755.



Os chineses também invadiram Portugal



De bondinho

Fizemos um bom negócio para conhecer Lisboa pagando menos. Assim que chegamos, no aeroporto, compramos o Lisboa Card. O cartão dá direito a andar nos transportes públicos, incluindo os bondinhos que pecorrem a maior parte dos pontos turísticos. Também dá o desconto em vários museus. Três dias (72 horas a partir do horário do primeiro uso) custa 35 euros por pessoa. Só de passagem (a partir de 1,45 euros cada) gastamos mais do que isso. Fica a dica.

Oceanário de Lisboa

O grande aquário, nas margens do rio Tejo, é o segundo maior do mundo. Tem de sardinha a tubarão. Outros aquários menores retraram os ecossistemas dos oceanos Atlântico, Antártico, Pacífico e Índico.